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Acordo Comercial Brasil EUA – Nunca foi tão bom como agora – publicada originalmente na comex do brasil 

Aproveitar o bom momento da economia americana, traz fascínio ao setor empresarial brasileiro conciente.

Com uma economia crescente, em que não só os EUA estão com o menor nível de desemprego nos últimos 50 anos e, com um aumento real de 4.5% em 2017 e 5% em 2018 no ganho dos empregados, no país, como segue nesta trajetória em 2019 com um aumento dos salários de 3,6% no primeiro semestre.

Estes dados põem por terra a visão de vários comentaristas econômicos que previam uma estagnação e aumento inflacionário, no país, em 2019. A inflação está tão controlada que, mesmo com uma visão política de aumentar os juros, o FED, teve que se curvar a realidade e, ao invés de aumentar, baixar os juros do país.

Este crescimento vem sedimentado em vários fatores não considerados pela mídia contra o governo, como a desregulamentação, a mudança de impostos (a maior diminuição da sua história) e o apoio as pequenas e médias empresas.

O crescimento nos empregos, que em julho bateu um novo recorde, atingindo 157.288.000 pessoas empregadas, com 283.000 novos empregos, mostra a sustentabilidade do crescimento econômico.

Outros fatores dão estímulos a este acordo.

Com a “guerra” comercial com a China, ganhando ainda mais folego, abrem-se novas e fantásticas oportunidades para todos o setor manufatureiro brasileiro para ocupar um maior pedaço do mercado americano com seus produtos, trazendo um melhor aproveitamento da capacidade ociosa da indústria brasileira.

E, em particular a indústria farmacêutica nacional tem agora a oportunidade de exportar drogas para os EUA, com a nova desregulamentação do President Trump autorizando a importação direta de remédios, inclusive os com prescrição.

Com o uso adequando da regra 321, as exportações aos EUA, até $800,00 são totalmente isentas de impostos e burocracias em sendo feitas por correio.

Com as boas relações entre os presentes dos dois países e, esta situação ímpar da economia americana, além das limitações impostas ao maior parceiro comercial dos EUA, a China, é a hora certa de aproveitar o momento para fechar, de vez, este desejado e pleno de benefícios acordo bilateral de comércio.


Trade Agreement Brazil USA – It Has Never Been As Good As Now – Article originally published at comex do brasil 

Article originally published at

Taking advantage of the good moment of the American economy brings fascination to the conscious Brazilian business sector.

With a growing economy, where not only the US has had the lowest level of unemployment in the last 50 years, and with a real increase of 4.5% in 2017 and 5% in 2018 in the country, as follows in this trajectory in 2019 with a salary increase of 3.6% in the first half.

These data undermine the view of several economic commentators who predicted a stagnation and inflationary increase in the country in 2019.

Inflation is so controlled that even with a policy view of raising interest rates, the Fed has had to bend over reality and instead of lowering the country’s interest rates.

This growth is rooted in a number of factors not considered by the media against the government, such as deregulation, tax change (the largest decrease in its history) and support for small and medium enterprises.

Employment growth, which hit a new high in July, reaching 157,288,000 people employed, with 283,000 new jobs, shows the sustainability of economic growth.

Other factors give stimulus to this agreement.

With the trade “war” with China gaining even more breath, fantastic new opportunities open up for all of the Brazilian manufacturing sector to occupy a larger chunk of the American market with its products, bringing better use of the idle capacity of Brazilian industry. .

And in particular, the national pharmaceutical industry now has the opportunity to export drugs to the US, with President Trump’s new deregulation authorizing the direct importation of prescription drugs, including prescription ones.

With the proper use of rule 321, exports to the US up to $ 800 are completely tax free and bureaucratic in being made by mail.

With the good relations between the two countries’ gifts and the unique situation of the US economy, in addition to the limitations imposed on the largest US trading partner, China, it is the right time to seize the moment to close this desired and full of benefits bilateral trade agreement.

 

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