Matéria publicada originalmente no jornal BocaRaton Tribune

A eleição para o novo presidente do Brasil não significou apenas uma pá de cal no projeto de transformar o Brasil numa nova Venezuela, mas sim, estabelecer um novo ciclo de crescimento econômico, com bases sustentáveis de, pelo menos, médio prazo.

Em recente pesquisa feita com quase 100 empresas brasileiras, que totalizam um faturamento de   mais de $800 bilhões de dólares, ou seja cerca de 43% do PIB do Brasil, por uma das mais respeitadas empresas mundiais de consultoria,  sobre as perspectivas para o ano de 2019 resultaram dados altamente interessantes de serem considerados:

Estas empresas esperam que o governo faca ou lidere ações para:

Por outro lado, instam que o governo seja menor e diminua sua participação:

O mais importante é que entre os que acreditam que o governo vai dar prioridade a estas expectativas do setor empresarial, totalmente ou parcialmente, 94% acredita que sim

Em consequência:

Com relação as expectativas de negócio:

Realmente as empresas americanas, ou aqui sediadas, tem no Brasil uma grande oportunidade de expansão e criação de novas oportunidades em seus negócios.

 

xxxxxxxxxxxxxxxxxxxx

 

Brazil, the new El Dorado for American companies, has reopened for business. Come on back, everyone

The election of a new Brazilian president, Jair Bolsonaro, in October, has not only signaled a sweeping political change in South America’s largest nation, it is expected to halt the country’s further slide into a morass that has taken a financial, partisan and ideological toll on many Brazilians in just the past few years.

Rather than drive the country to a new low, like Venezuela, he is seen as a tough, but an aggressive leader who will establish a new cycle of economic growth, with sustainable bases of monetary stability.

In other words, Brazil is open for business again, and nations like the United States are welcome to come on back.

A recent survey was conducted by one of the world’s most respected consulting firms asking 100 Brazilian companies with a value of more than $800 billion – or about 43% of Brazil’s GDP – for their expectations for the new year of 2019. Their responses offered some highly interesting data on both sides of the political divide.

These companies expect the government to take or lead the following actions:

 

On the other hand, these firms urge the government to be smaller and decrease its participation in the following areas:

Most importantly, 94% believe that the government will give a total or partial priority to the expectations of the business sector.

In consequence:

With regard to business expectations:

Actually, based on these ideas and expectations, American-based companies, or U.S. firms with a branch in Brazil, have a prodigious opportunity to expand and create new prospects in their businesses.

ÚLTIMOS ARTIGOS

Brasil pode ganhar em disputa China-EUA, diz analista

Matéria originalmente publicada pelo jornal Valor Econômico  ENGLISH VERSION BELOW O presidente do Grupo Oxford, Carlo Barbieri, acredita que o Brasil pode aproveitar o período de retomada das negociações(...)

face linkedin twitter whatsapp

Retomada do investimento estrangeiro ‘depende de reformas’, diz economista

Matéria originalmente publicada pelo Jornal Poder 360   ENGLISH VERSION BELOW   A expectativa quanto ao sucesso do governo de Jair Bolsonaro em aprovar a reforma da Previdência não se restringe(...)

face linkedin twitter whatsapp

Sob pressão, EUA e China retomam negociações em Pequim visando acabar com guerra comercial

Matéria publicada originalmente na Revista Comex no Brasil ENGLISH VERSION BELOW Miami – Sob alerta de uma possível “tormenta” econômica mundial, anunciada pelo Fundo Monetário Mundial (FMI), a partir desta segunda-feira, em(...)

face linkedin twitter whatsapp