Brasil  – Re Open for Business – Novo El Dourado para as empresas Americanas.

Matéria publicada originalmente no jornal BocaRaton Tribune

A eleição para o novo presidente do Brasil não significou apenas uma pá de cal no projeto de transformar o Brasil numa nova Venezuela, mas sim, estabelecer um novo ciclo de crescimento econômico, com bases sustentáveis de, pelo menos, médio prazo.

Em recente pesquisa feita com quase 100 empresas brasileiras, que totalizam um faturamento de   mais de $800 bilhões de dólares, ou seja cerca de 43% do PIB do Brasil, por uma das mais respeitadas empresas mundiais de consultoria,  sobre as perspectivas para o ano de 2019 resultaram dados altamente interessantes de serem considerados:

Estas empresas esperam que o governo faca ou lidere ações para:

  • 93% que seja feita uma importante reforma tributária;
  • 90% que seja feita a reforma da previdência;
  • 80% que promova a reforma política;
  • 62% que fortaleça o combate a corrupção;
  • 61% que o governo promova o ajuste fiscal das contas públicas;
  • 80% que crie estímulos à geração de empregos;
  • 58% que mantenha a inflação abaixo de 5%;
  • 53% que amplie a participação do Brasil no Comercio Exterior;
  • 52% que amplie e melhore os programas de Parceria Público-Privada;
  • 51% que amplie a oferta de crédito às empresas privadas;
  • 51% que melhore os processos de melhoria da abertura e fechamento das empresas;
  • 48% que crie mais incentivos a pesquisas e preparação para as empresas 4.0;
  • 84% que priorize a educação;
  • 77% que a segurança pública seja estabelecida;
  • 65% que melhore a saúde;

Por outro lado, instam que o governo seja menor e diminua sua participação:

  • 73% na área de serviços bancários;
  • 71% na área de siderurgia;
  • 69% nas comunicações;
  • 60% na energia Elétrica;
  • 59% na Exploração mineral;
  • 58% em petróleo e gás.

O mais importante é que entre os que acreditam que o governo vai dar prioridade a estas expectativas do setor empresarial, totalmente ou parcialmente, 94% acredita que sim

Em consequência:

  • 97% das empresas vão fazer algum tipo de investimento;
  • 60% vai lancar novos produtos;
  • 59% Adotar novas tecnologias;
  • 49% manter iniciativas de treinamento e formação de funcionários;
  • 30% vão adquirir novas máquinas
  • 70% vão captar novos recursos;
  • 47% vão aumentar o quadro de funcionários;
  • 46% vão subsumir parte de seus funcionários por implantar pessoas mais qualificadas em consequência da robotização;

Com relação as expectativas de negócio:

  • 69% que as vendas vão aumentar;
  • 43% que os investimentos em equipamentos vão aumentar;
  • 53% que os investimentos em treinamento e qualificação vão aumentar;
  • 49% que investimentos em pesquisa e desenvolvimento vão aumentar.

Realmente as empresas americanas, ou aqui sediadas, tem no Brasil uma grande oportunidade de expansão e criação de novas oportunidades em seus negócios.

 

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Brazil, the new El Dorado for American companies, has reopened for business. Come on back, everyone

The election of a new Brazilian president, Jair Bolsonaro, in October, has not only signaled a sweeping political change in South America’s largest nation, it is expected to halt the country’s further slide into a morass that has taken a financial, partisan and ideological toll on many Brazilians in just the past few years.

Rather than drive the country to a new low, like Venezuela, he is seen as a tough, but an aggressive leader who will establish a new cycle of economic growth, with sustainable bases of monetary stability.

In other words, Brazil is open for business again, and nations like the United States are welcome to come on back.

A recent survey was conducted by one of the world’s most respected consulting firms asking 100 Brazilian companies with a value of more than $800 billion – or about 43% of Brazil’s GDP – for their expectations for the new year of 2019. Their responses offered some highly interesting data on both sides of the political divide.

These companies expect the government to take or lead the following actions:

  • 93% hope the new leader will initiate major tax reform;
  • 90% want pension reform;
  • 80% are promoting political reform;
  • 62% anticipate he will strengthen the fight against corruption;
  • 61% favor the government promoting fiscal adjustment of public accounts;
  • 80% are looking for job creation incentives;
  • 58% encourage the president to keep inflation below 5%;
  • 53% want Brazil to increase its participation in foreign trade;
  • 52% favor a broadening and enhancement of public-private partnership programs;
  • 51% urge an increase in the supply of credit to private companies;
  • 51% want to streamline the processes to improve the opening and closing of companies;
  • 48% suggest creating more incentives for research and preparation for companies;
  • 84% feel education is a priority;
  • 77% want the government to take actions to improve public safety;
  • 65% want the government to take actions that improve health;

 

On the other hand, these firms urge the government to be smaller and decrease its participation in the following areas:

  • 73% in the area of banking services;
  • 71% in the steel industry;
  • 69% in communications;
  • 60% in electrical energy;
  • 59% in mineral exploration;
  • 58% in oil and gas.

Most importantly, 94% believe that the government will give a total or partial priority to the expectations of the business sector.

In consequence:

  • 97% of companies will make some kind of investment;
  • 60% will launch new products;
  • 59% will adopt new technologies;
  • 49% will maintain training and employee training initiatives;
  • 30% will buy new machines;
  • 70% will capture new resources;
  • 47% will increase the number of employees;
  • 46% will implant more qualified employees as a result of robotization.

With regard to business expectations:

  • 69% feel that sales will increase;
  • 43% say investments in equipment will increase;
  • 53% suggest that investments in training and qualification will increase;
  • 49% feel the investment in research and development will increase.

Actually, based on these ideas and expectations, American-based companies, or U.S. firms with a branch in Brazil, have a prodigious opportunity to expand and create new prospects in their businesses.

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