OS FATORES CRITICOS PARA SEU SUCESSO NOS ESTADOS UNIDOS.

Matéria publicada na revista Foco America pelo consultor Osmar Gonçalves

INTRODUÇÃO E TOMADA DE DECISÃO

Decidi escrever uma série de artigos a respeito do tema acima motivado a ajudar empreendedores e o público em geral nas suas tomadas de decisões com relação a vinda para os Estados Unidos. Para que aproveitem todo o potencial local, tanto empresarial, profissional como também pessoal. Afinal, não vivemos somente de trabalho.

Ao longo da minha relação com centenas de empresários, empreendedores, executivos e profissionais de diferentes segmentos e áreas de atuação, foi ficando cada vez mais claro um comportamento ao longo do processo de análise o qual chamei de dissociação cognitiva. Mas o que seria isto?

As pessoas de diferentes segmentos e por diferentes motivos que me procuraram estavam genuinamente interessadas e aparentemente decididas em migrar para os EUA. Não raro, elas tinham (ou tem) todos os requisitos para migrar. Das duas opções mais comuns, essas pessoas irão migrar através de um empreendimento, quer seja diretamente através de suas empresas ou através de projetos de investimento de terceiros disponibilizados dentro de programas com supervisão governamental. Porém, à medida em que o momento decisório de romper com o que podemos chamar status quo chega, chegam também os fatores de ndecisão e de procrastinação.

Este momento de indecisão faz com que essas pessoas, que dado um primeiro momento estavam prontos para agir, percam a janela de transição e deixam escapar essa oportunidade, deixando-os extremamente infelizes. Não raro, as razões pelas quais decidiram adiar seus projetos são motivos já conhecidos e que honestamente já foram esclarecidos. Então no momento decisório, o desejo, aparentemente genuíno e honesto de mudar, é enfraquecido e adiado por justificativas que é sabido não terem sustentação, esse conjunto chamei de dissociação cognitiva.

A tomada de decisão e a ação são componentes presentes em todas as pessoas de sucesso nas mais diversas áreas da vida. Mas a decisão não é um fato isolado e nem tem origens comuns. Mas definitivamente começa por indagações como:

“o que voce quer? “

“qual a sua visão?”

As grandes decisões derivam então de projetos originados pela pressão (fuga etc…) ou pela visão (empreendedora, filantrópica, criadora etc..).  Quando as questões fundamentais não estão claramentes colocadas e definidas mesmo que se imagine querer algo, o mesmo irá para segundo plano senão para o esquecimento no primeiro obstáculo da caminhada.

Uma vez definido “o que voce quer” considere as seguintes perguntas:

Imagine você daqui há 1 ano não tendo isso que voce disse querer. Como voce se sente?

Dependendo do resultado de como voce se vê não tendo o que você disse querer, será possivel saber quão importante esse projeto é para você e quanto voce está preparado para a tomada de decisão.

Imagine você daqui 1 ano tendo conseguido o que você diz querer. O que aconteceu com os seus relacionamentos mais importantes? (cônjuge, filhos, etc…)
Dependendo da resposta será possível saber como a sua estrutura de valores está alinhada com esta decisão que está em andamento;

A partir de perguntas simples como estas é possível desenhar um quadro decisório mais consistente e assim preparar pessoas para novos desafios e experiências principalmente aquelas que vão tirá-los dos seus círculos de convivência familiar e social.

No próximo artigo falaremos sobre o mercado americano, a cultura americana e a importância de um bom planejamento.

 

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INTRODUCTION AND DECISION-MAKING
I decided to write a series of articles on the above motivated topic to help entrepreneurs and the general public in their decision-making regarding the coming to the United States. So that they take full advantage of the local potential, both business, professional and personal. After all, we do not just live from work.

Throughout my relationship with hundreds of entrepreneurs, entrepreneurs, executives and professionals from different segments and areas of activity, it became increasingly clear a behavior throughout the process of analysis which I called cognitive dissociation. But what would this be?

People from different segments and for different reasons that came to me were genuinely interested and seemingly determined to migrate to the US. Not infrequently, they had (or have) all the requirements to migrate. Of the two most common options, these people will migrate through an enterprise, either directly through their companies or through third-party investment projects made available within government-supervised programs. However, as the decisive moment of breaking with what we can call the status quo arrives, so do the factors of decision and procrastination.

This moment of indecision causes these people, who at a given moment were ready to act, lose the window of transition and miss the opportunity, leaving them extremely unhappy. Not infrequently, the reasons why they have decided to postpone their projects are reasons already known and honestly have already been clarified. So at the moment of decision, the desire, seemingly genuine and honest to change, is weakened and deferred by justifications that are known to be unsupported, I called this group of cognitive dissociation.

Decision making and action are components present in all successful people in the most diverse areas of life. But the decision is not an isolated fact and has no common origins. But it definitely starts with inquiries like:

“what you want? “” What is your vision? ”
The great decisions are then derived from projects originated by pressure (escape etc …) or by vision (entrepreneurial, philanthropic, creative, etc.). When the fundamental questions are not clear and definite even if one imagines to want something, it will go to the background, but to oblivion in the first obstacle of the walk.

Once you have defined “what you want” consider the following questions:

Imagine you have been here for 1 year not having what you said you want. How do you feel?

Depending on the outcome of how you see yourself not having what you said you want, you will be able to know how important this project is to you and how much you are prepared for decision making.

Imagine you from here 1 year having achieved what you say you want. What happened to your most important relationships? (spouse, children, etc …)
Depending on the answer you will be able to know how your value structure is in line with this decision that is in progress;

From simple questions like these it is possible to draw a more consistent decision-making framework and thus prepare people for new challenges and experiences, especially those that will get them out of their family and social life circles.

In the next article we will talk about the American market, the American culture and the importance of good planning.

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