O Mal do monopólio. Pessoas sem energia elétrica.

Tradução da Matéria Publicada no Boca Raton Tribune, em 22/09/2017

By Carlo Barbieri

Os acontecimentos recentes, do furacão Irma, pos em evidencia o mau causado pelo monopólio da FPL

Sem deixar de considerar seu grande show off trazendo carros e mentindo a população sobre sua eficiência, vemos que uma grande quantidade de empresas e residências que estão na lista como “com energia” na verdade tem apenas uma fase funcionando, impedindo o funcionamento de ar-condicionado, e sem que uma boa parte das residências e escritórios tenha luz na maioria dos ambientes.

Resolvido o necessário para se mostrar “eficiente” apenas deixam umas bem-educadas e preparadas pessoas para responder as reclamações informando que será resolvido até o final do dia.

Neste esbulho, passam de dia para dia, na verdade sem solução nenhuma.

São milhões de empregos perdidos, empresas sem poder trabalhar e trabalhadores que não tem como resistir a tantos dias sem poder viver em sua casa, perdendo horas preciosas de trabalho e o pior sua saúde.

Nem se conta os prejuízos de comidas pedidas pela falta de energia, que poderia, sem nenhum problema abastecer com gêneros alimentícios todo o Haiti.

O embuste da votação nas últimas eleições, em que no bailot aparentemente se votava para que os condomínios pudessem ter direito a ter energia alternativa, como a solar, mas na verdade, a grande trama era vetar a venda de energia gerada de volta a FPL.

Uma grande tramoia para desestimular as iniciativas de geração de energia nova, renovável e limpa.

Um restrição econômica bem feita, a bem da verdade, para desestimular a FPL a ter que comprar, mesmo que a preços baixos os excedentes a serem criados e com isto perder o controle da geração de energia, que quer manter sob seu domínio absoluto, para controlar os preços e suas margens de lucro.

Até países menos desenvolvidos tem uma “câmara de compensação” em quem quiser criar energia pode fazê-lo e vender nesta câmara ao preços mais competitivos.

Sabendo da vontade do Governador Rick Scott de tratar de fazer da Florida um Estado cada vez mais competitivo e amigável para com o setor empresarial, tenho certeza que este tema não lhe passa desapercebido.

 

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