Quando foi traçada a estratégia pela Casa Branca de facilitar, financiar e garantir a invasão da Ucrânia pelos Russos, ela tinha como principais objetivos, entre outros:

• Criar um “inimigo” externo, em termos de ajudar e obter uma “unidade nacional” prometida antes das eleições;

• Distrair a opinião pública com relação aos fracassos na política interna

• Tentar redimir o presidente das falhas na forma de saída do Afeganistão;

• Encontrar um culpado pela alta do petróleo;

• Justificar a inflacao interna;

• ·Dar um forte estímulo à indústria bélica , que tem o grande apoio do partido atualmente no poder que ficou debilitada durante a última gestão presidencial, que vinha retirando os EUA de guerras externas e evitando de fomentar ou entrar em conflitos.

Tudo caminhava bem nesse sentido:

• Foi aumentada a compra de petróleo da Rússia pelos EUA

• Retirada as objeções reais para o fornecimento de energia da Rússia para a Europa

• Foi suspensa, desmotivada e proibida mesmo proibida a produção de energia local que levou os EUA a ser autossuficiente e ainda mais exportador de gás e petróleo;

Como consequência houve um grande aumento do preço do petróleo pois os EUA não tinha mais ingerência na formação do preço, ao contrário, pressionava os preços para cima;

Em termos estratégicos, a Rússia invadiria, como o fez,  a Ucrânia, que sem armamento de defesa seria rapidamente dominada,

O Presidente assegurou publicamente que não haveria reação à invasão nem apoio americano militar a Ucrânia “a não ser se houvesse um ato abusivo da Rússia”

Os Ucranianos massacrados cederiam aos russos e ficariam se defendendo em forma de guerrinha crónica, que daria mais uma fonte de renda a indústria de material bélico americano.

Só que, não combinaram com os Ucranianos e muita coisa começou a dar errado.

O presidente da Ucrânia foi a público pedindo apoio e sanções,  ANTES da invasão, o que os EUA não queriam, não podiam, porque não estava na combinação com os russos;

Quando o presidente dos EUA ofereceu ao presidente da Ucrânia, de retira-lo em segurança da do pais, , Volodymyr Zelensky respondeu que “não queria carona e sim armamento para defender-se”.

Vários países europeus acabaram mudando de sua posição, agachada, para reações mais firmes, , pressionada pela opinião pública;

A real posição do governo americano começou a ficar cada día mais clara, como por exemplo, entre outras coisas, o veto à Polônia em dar aviões para os Ucranianos, evitando o massacre que vem ocorrendo.

Por outro lado, a vulnerabilidade da Rússia começou a aparecer. Mesmo tendo um fantástico arsenal nuclear e uma extraordinária máquina de guerra, sua economia é menor que a da Itália e começou a sentir as sanções, mesmo que ainda tênues, claudicantes e tímidas, do ocidente.

O espirito nacionalista dos ucranianos comecou a reagir à invacao, apesar do poder russo, da matanca de criancas, do bombardeio de maternidades e hospitais.

E, com isto, nem os russos contavam e…nem Biden que não tinha combinado com os ucranianos

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